domingo, 14 de dezembro de 2008
Mercedes-Benz 190 SL de 1957
O 190 SL era provavelmente o duas portas alemão mais
elegante da época. A quase totalidade dos primeiros veículos
construídos eram cinzento metalizado. Foi só a partir de 1957
que a gama das cores se enriqueceu.
O modelo 190 SL apresentou-se com um motor Otto de
quatro tempos com 4 cilindros em linha-longitudinal á frente,
com uma cilindrada de 1897 cm3 para uma potência de 105CV
alimentado por dois carburadores invertidos Solex, 2 válvulas
por cilindro a transmissao de árvore de camos á cabeça e cor-
rente dupla a embraiagem de disco único a seco uma caixa de
velocidadas de 4 relações manuais para uma velocidade máxi-
ma de 171 km/h
Facel Vega Facella de 1959
Jean Daninos, o fundador da marca Facel Vega em 1954,
conseguiu vender a clientes previlegiados magnificos coupés,
simultaneamente desportivos e luxuosos.
Em 1957, para completar o catálogo, introduziu-se num
mercado ainda mais restrito, o das limousines de luxo.
Este Facel vinha equipado com um motor de 8 cilindros
de 4940 cm3 para uma potência de 260CV alimentado por
carburador Cárter de quádruplo corpo, válvulas á cabeça
com uma caixa automática ou manual de 4 relações para
uma velocidade máxima de 190km/h
Morgan 4x4 Serie II de 1956
Com uma linha influenciada pela estética dos anos trinta.
o Morgan tornou-se num dos modelos de colecção. O carácter
exclusivista devía-se á aliança entre o design e as prestações
desportivas do produto britânico.
A linha deste modelo caracteriza-se pelo enorme capot,
sob o qual se encontra o motor, e que para ser fechado era
auxiliado pela colocação de um cinto. Este desportivo de dois
lugares destacava um motor de 3,6 litros com 8 cilindros
em V, cujo débito de 136CV permitia alcansar 200 km/h
BMW 507 de 1956
Uma obra-prima rara
Nascido para satisfazer uma clientela americana opulenta,
este roadster lendário, apesar de ter tido uma difusão escassa,
é muito recordado por uma linha soberba e diferente, a tam-
bém por ter fechado uma etapa sombria de história da BMW.
Este modelo vinha equipado com um motor BMW de 8 cilin-
dros em V com uma cilindrada se 3168 cm3 para uma potência
de 150CV ás 5000 rpm, alimentado por dois carburadores
invertidos de duplo corpo, com váulvulas em linha, uma caixa
de velocidades com 4 relações e mais a marcha atrás para uma
velocidade máxima de 220 km/h
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Packard Caribean de 1955
O Caribbean foi o último projecto de Richard Teague
para a Packard. Este anutomóvel foi colocado no topo da
marca e destinava-se a uma clientela abastada e com poder.
O seu rival era o Cadillac Eldorado convertível. Embora no
início, em 1952. quando apareceu o primeiro Caribbean
as suas vendas não tenham sido desencorajadoras, depres-
ssa perderam terreno face aos seus concorrentes. A Packard,
que tinha perdido parte do seu prestígio ao fabricar carros
económicos, numa tentativa desesperada para fazer subir
as vendas, não conseguio competir com a qualidade e a ele-
gãncia dos Cadillac. O Caribbean, na sua primeira versão
de 1952, dispunha ainda de um motor de 8 cilindros em
linha com válvulas laterais.A este motor sucedeu um mo-
derno V8 de 275CV. Tal potência era necessária para fa-
zer mover as mais de duas toneladas de peso do Caribbean
a uns meritóris 190 km/h. Em 1956 surgui outras versão
deste V8 com 310 CV e 6,1 litros de cilindarada. Porém,
nesse ano a produção atingiu apenas as 276 unidades
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