quinta-feira, 11 de dezembro de 2008





















BMW 503 de 1955

Fascinação pela América
Criado para encantar os Estados Unidos, o raro BMW 503
inaugurou um conceito que só se estabeleceria com a Série 6

Que o BMW Sèrie 6 é um dos carros mais cobiçados da
indústria automobilistica alemã atual, ninguém duvida.
Luxo, tecnologia de ponta, esportividade e estilo ousado
são os ingredientes principais desse coupé sofisticado do
fabricante bávaro. Entretanto, cinco décadas atrás, seu
antepassado 503 atraía olhares surpresos quando passava.
Não era apenas por já combinar boa parte desses elementos
em seu projecto; esse BMW foi um dos mais exclusivos mo-
delos da marca no pós-guerra. Meros 412 exemplares chega-
ram ás ruas.
Um coupé "hardtop" para quatro ocupantes, o 503 foi
uma dos destaques do Salão de Frankfurt de 1955. Ele fazia
par com outro lançamento que mais tarde se tornaria dispu-
tado a preço de ouro por colecionadores, o BMW 507. Este
Roadster conseguia ser ainda mais raro que o coupé, mas,
por seu temperamento e desenho mais esportivo, ganhou
uma evidência maior que o 503, um fascinante e obscuro
projecto de um dos fabricantes que mais despertam paixões
no mundo com seus automóveis.
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008




















BMW Isetta 300 de 1955


No ano de 1955, Rivolta vendeu os direitos de construção
do seu veículo á BMW, empresa que estava á procura de um
carro pequeno e barato que ajudasse a relançar as sua vendas.
O motor do Isetta original, a dois tempos, foi substítudo
por uma versão de um motor BMW para motos: um propulsor
traseiro de 247 cc, refrigirado por ar, monocilindrico a quatro
tempos, com transmissão através de uma caixa de velocidades
e de uma correia protegida por uma carcaça. A suspensão foi
muito elevada para melhorar a grande necessidade de uma
maior capacidade de carga e ampliou-se a gama de cores
disponíveil, incluindo algumas opcções de pintura bicolor.
O BMW Isetta foi bem escolhido e rapidamente foi lançado
nos mercados internacionais, para os quais se fabricou
especialmente uma versão propulsionada por um motor
de 295 cc.
Deste modelo tambem saíu uma versão com caixa de
carga, como a miniatura que apresentamos.
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Mercedes-Benz 300 S Roadster

Derivado de uma berlina de Estado, o 300 S é considerado
a mais bela viatura de luxo alemã dos anos cinquenta. Este
modelo de duas portas, com um preço exorbitante, estava
disponível em três versões: coupé, cabriolet e roadster, ten-
do sido feitos muito poucos exemplares deste último. O mo-
delo 300 Sc de injecção, muito inovador para a época, foi
produzido em grande escala apenas um ano.
O motor deste modelo era um 6 cilindros em linha lon-
gitudinal á frente , tinha numa cilindrada de 2996 cm3, para
uma potência de 175Cv ás 5400 rpm, alimentado por bom-
ba injectora (Bosch) , 2 válvulas por cilindro a distribuição
1 arvore de cames á cabeça, embraiagem de disco único
seco, caixa de velocidades de 4 relações manuais e mudanças
ao volante.suspenção molas, triangulos e barra estabelizadora.
velocidade máxima 180km/h, consumo 17 litros/100km.
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Porsche 550 RS Spider de 1954

Concebido para a competição, o 550, um Spider de dois
lugares de extraordária simplicidade conceptual mas com
qualidades invejáveis, transformou-se num dos modelos
Porsche mais cobiçados da década de 1950, frequente-
mente ligado ao nome de pessoas famosas do jet-set inter-
nacional.
Este modelo veio equipado com um motor boxer de qua-
tro cilindros Tipo 457, refrigerado a ar, com uma cilindrada
1498 cc para uma potência de 150Cv ás 6200rpm, montado
atrás, a caxa de velocidades e de 4 relações e uma velocida-
de máxima de 220 km/H.
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Mercedes-Benz 180D de 1954

O quatro cilindros em linha do 180D á já um velho conhecido,
pois estivera ao serviço do modelo anterior e derivava de um
motor a gasolina (diesellização). Tratava-se, então, do primei-
ro motor diesel deste tamanho, desenvolvido para um automó-
vel particular. O carburante era injectado por uma bomba me-
cânica Bosch na pré-câmara, onde se fazia a mistura. Com uma
taxa de 190:1, o motor de 1,8 L tinha uma compressão relativa-
mente fraca para um diesel. As dua válvulas laterais eram co-
mandadas por uma arvore de cames colocada sob o motor.
Fosse como fosse, o motor instalado em 1961 nunca gostou
de altos regimes, o que não admira, com aquele curso
(diâmetro/curso: 75x100). Paralelamente ao 1.8L, dessen-
volveu-se um 1,9L Diesel com árvore de cames á cabeça
movidas por correntes. Este motor muito moderno com
um curso curto (diâmetro/curso: 85 x 83,6) foi concebido
tendo por base a versâo a gasolina com a mesma cilindrada
e desenvolvia a potência mais que correta de 50CV.
Mas foi este motor que equipou o Mercedes-Benz 190
D. A transmissão efectauava-se mediante uma caixa de
quatro relaçôes inteiramente sincronizadas com o selector
no volante, nesta época, só se pensava em alavancas no chão.
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terça-feira, 9 de dezembro de 2008



















Simca 9 Aronde de 1951

Após fundar a firma Simca e ter comercializado com
êxito os Simcas 5,6 e 8, Henri Théodore Pigozzi sonhava
criar um tipo de automóvel ainda inédito, o que o levou
a apresentar o elegante Sinca Aronde em Maio de 1951.
Depois de se responsabilizar pela distribuição dos
automóveis Fiat em França, Henri Théodore Pigozzi, um
jovem empresário piemontês, ambicioso e dinâmico, fun-
dou, em 1934, a Simca, Societé Industrielle de Mécanique
et Carroserie Automobili. Para levar a cabo a sua nova
actividade, Henri Thédore Pigozzi comprou as oficinas
da desaparecida empresa Donnet. O negócio prosperou
ràpidamente e, após o parênteses da guerra, Pigozzi
fabricou um grande número de Simca 5,6 e 8, que mais
não eram que versões locais do Fiat Topolino 500,600
e Balilla 1100. Mas as ambições do jovem italiano não
eram apenas converter-se num simples representante
internacional do gigante de Turim, dado que sonhava
criar um modelo de automóvel próprio e inédito. Assim,
a 31 de Maio de 1951, o universo automobilistico e a
futura clientela conheceram o elegante Simca 9 Aronde,
o qual estava equipado com um motor 4 cilindros em
linha com uma cilindrada de 1221cm3, para uma potên-
cia de 45CV as 4500rpm, alimentado por carburador
invertido Solex 32PBIC, com vávulas á cabeça dos cilin-
dros, por varetas e balancins, com uma caixa de veloci-
dadesde 4 relações em que a 1ª. não era sincronizada.
A sua velocidade máxima chegava aos 130 km/h
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A PAIXÂO DE VIVER decada 1950/1960

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